17 julho 2004

Pássaro

Voa, por entre o Mundo,
Sem restrições, nem limitações,
Por entre países, cidades,
Vilas, aldeias e localidades.

Quanto mais as bate,
Mais elas mexem,
Mais longe voa,
Mais livre se torna.

Observa e voa,
O Pássaro é Livre,
O Pássaro Voa.

O caçador observa,
A mira ajeita-se,
O tiro dispara.

O Pássaro, que pelos livres
Ares, Voava e Vivia,
Acaba caindo do céu
Por entre sorridentes olhares,
Daqueles que aplaudem
O Caçador que celebra.

Lisboa, 2004
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